O 1° Porsche foi encontrado ! First Porsche was found!

O primeiro carro Porsche construído ficou esquecido desde 1902. Oficialmente chamado de Egger-Lohner C.2 Phaeton , este carro elétrico criado em 1898 tem ‘P1’ gravado em todos os componentessignificando Porsche 1, feito pelo então Ferdinand Porsche com 23 anos de idade . A P1 foi às ruas de Viena em 26 de Junho de 1898, tornando-se um dos primeiros veículos registados na Áustria. O carro  agora foi transferido  para Stuttgart, Alemanha, onde ele pode ser visto no Museu Porsche.

mais no site:http://jalopnik.com/porsches-first-car-found-after-being-left-in-a-shed-fo-1509719443

 The first Porsche ever built has been untouched since 1902. Officially called the Egger-Lohner C.2 Phaeton, this electric car from 1898 has ‘P1’ engraved onto all of the key components standing for Porsche 1, done by the then 23-years old Ferdinand Porsche himself.P

The P1 took to the streets of Vienna on June 26, 1898, making it one of the first vehicles registered in Austria. Porsche’s first design included a compact electric drive weighing 286 pounds and offering an output of 3 hp, or up to 5 hp in overloading mode, allowing it to reach up to 22 mph. When driven in this manner, speed was regulated via a 12-speed controller.


O Mercedes de Juan Manoel Fangio – U$ 30 milhões !

Um carro de corrida Mercedes-Benz 1954  foi vendido por  30 milhões de  dólares num leilão na Inglaterra nesta sexta-feira.
Este é o preço mais alto já pago por um carro em um leilão público. Até hoje, o recorde havia sido uma  Ferrari 1957 Testa Rossa Prototype , que foi vendida em um leilão na Califórnia, em 2011, para 16,4 milhão dólares.



Este carro, em particular, ganhou duas dessas provas. Foi dirigido pelo lendário argentino,piloto Juan Manuel Fangio e é o único W196 de corrida que não esta atualmente alojado em um museu ou é propriedade da Mercedes-Benz.

O carro de Fórmula 1 Mercedes W196R, alimentado por um motor de 8 cilindros de 2.5 litros, fazia parte de um grupo de carros de corrida que venceu nove etapas  do Campeonato do Mundo-qualificação Grand Prix em 1954 e ’55.


Os velocímetros da Chevrolet / The speedometrer of Chevrolet.

1Chevrolet truck (1941)
2Chevrolet truck (1947)
3Chevrolet (1949)
4Chevrolet Bel Air (1956)
5Chevrolet Nomad (1957)
6Chevrolet Apache truck (1959)
7Chevrolet Impala (1959)
8Chevrolet Viking truck (1960)
9Chevrolet Chevy Nova (1966)
10Chevrolet Camaro (1967)
11Chevrolet Corvette (1968)
12Chevrolet Camaro (1969)
13Chevrolet Chevy Nova (1970)
14Chevrolet Monte Carlo (1970)
15Chevrolet Silverado (1985)
16Chevrolet Venture (2000)
17Chevrolet Corvette (2003)
18Chevrolet Cobalt (2008)
19Chevrolet Cruze (2008)
20Chevrolet HHR (2008)
21Chevrolet Malibu (2009)
22Chevrolet Spark (2010)
23Chevrolet HHR (2011)
24Chevrolet Sonic (2011)

A máquina do "cavalinho rampante"desde 1950 -evolução da Ferrari

images clickables /em tamanho maior:clique na foto

Das marcas preferidas da Fórmula 1, a Scuderia Ferrari, é a mais lembrada por suas grandes conquistas em todo o planeta.Seus carros vermelhos,desde 1950, até 2010, sofreram muitas
modificações, as quais você confere logo abaixo (feito por Samuel Granados).

Eu gosto de Kombi- no Brasil desde 1957

O nome do utilitário deriva do alemão Kombinationsfahrzeug, que significa “Carro Combinado”, no sentido de que pode ser facilmente convertido de cargueiro para transportador de passageiros.


O utilitário, que roda desde 1950, sempre teve aqui no Brasil o modelo mais atrasado.


Apos a reestilização da Kombi brasileira de 1997, quando o carro enfim ganhou janelas traseiras maiores e portas corrediças, a nossa Kombi passou a ser basicamente o mesmo carro que rodou na Europa entre os anos de 1972 e 1979, e foi a última no mundo a abandonar o velho motor boxer da VolksWagen, que a equipou até 2005, quando enfim recebeu motor refrigerado a água.

 A perua foi desenhada por Ben Pon, um holandês que trabalhava numa revenda da marca e sugeriu a produção de um veículo de carga sobre os chassis do Fusca. Deu certo. 
Produzida a partir de 1949, a Kombi ganhou o mundo e arrematou milhões de corações.

Por aqui, começou a ser produzida em 1957, sendo o primeiro Volkswagen de fabricação nacional, antes mesmo do Fusca. De lá pra cá foram 56 anos em diversas configurações: de passeio, furgão, picape e picape cabine dupla. Ganhou também uma série de apelidos, sendo corujinha, pão de forma e velha senhora os mais emblemáticos. 

O primeiro nasceu por conta da semelhança da primeira geração com a ave, enquanto o segundo se devia à silhueta da carroceria parecida com a de um pão. Velha senhora se tornou por conta da idade do projeto.  
Em 1976 foi a vez da Kombi passar pela primeira e única grande reestilização completa. De lá pra cá, apenas facelifts e toques de perfumaria. 

A Kombi abandou o motor refrigerado a ar em 2005, quando adotou o propulsor 1.4 flex. 
(texto do site web motors)


No mês de março de 2010 a Volkswagen Kombi fez os 60 anos de existência pelas ruas e avenidas do planeta. Até hoje foram comercializadas 10.000.000 (dez milhões) de unidades no planeta…um sucesso!

No Brasil a Kombi começou a ser produzida no ano de 1957. Nossos parabéns a
esta utilitária!


                             

Veja site de compras e vendas de vw kombis nos EUA –
http://www.thesamba.com/vw/

Uma das ofertas lá:

Só U$ 50,000 !!!

A Kombi, um dos modelos mais carismáticos – e bem sucedidos – do Brasil se despedirá do mercado no ano de 2014. Isto porque seu projeto é tão velho que não comporta a adoção dos sistemas de airbag e ABS, que passarão a ser exigidos por lei em 2014. E para marcar esse adeus, a Volkswagen apresenta uma série especial da “perua”, batizada como Last Edition.

Com produção limitada a 600 unidades, a edição especial será oferecida a partir deste mês com preço sugerido de R$ 85 mil. O valor chega a ser mais caro do que o especulado para o Golf VII que virá da Alemanha. Algo na casa dos R$ 70 mil. Na comparação com o preço da própria Kombi, também há uma discrepância: a versão furgão parte de R$ 46.740 enquanto a variante standard para passageiros é comercializada por R$ 50.030.

A edição traz itens exclusivos como pintura tipo “saia e blusa”, acabamento interno de luxo e elementos de design que remetem às inúmeras versões do veículo fabricadas no País desde 2 de setembro de 1957. As unidades serão numeradas e terão placa de identificação.

A pintura da Kombi Last Edition é azul, com teto, colunas e para-choques brancos. Uma faixa decorativa, também branca, circunda todo o veículo logo abaixo da linha de cintura. As rodas e as calotas são pintadas de branco. Outras partes que recebem acabamento diferenciado são a grade dianteira, as molduras de setas e aros dos faróis. Nas laterais estão adesivos alusivos à versão.

O interior traz cortinas em tear azul nas janelas laterais e no vigia traseiro – as braçadeiras trazem o logotipo ‘Kombi’ bordado, um elemento de decoração típico das versões mais luxuosas das décadas de 1960 e 1970. Os bancos têm forração especial de vinil e acabamento modificado na costura.

O painel de instrumento traz serigrafia especial do quadro de instrumentos, que mantém o tradicional padrão com o velocímetro em posição central e, à direita, o mostrador do nível de combustível. O sistema de som tem LEDs vermelhos, lê arquivos MP3 e possui entradas auxiliar e USB.

O modelo é equipado com o motor EA111 1,4L, que desenvolve potência de 78 cv quando abastecido com gasolina e de 80 cv com etanol, sempre a 4.800 rpm. O torque máximo é de 12,5 kgfm com gasolina e de 12,7 kgfm com etanol, a 3.500 rpm. O câmbio é manual de 4 marchas. As rodas são de 14 polegadas, com pneus 185 R14C.

Dentro do porta-luvas, o comprador encontrará o manual do proprietário com uma capa especial comemorativa. A Kombi Last Edition será acompanhada, também, por um certificado especial atestando sua autenticidade.

Texto acima “Last Edition” do repórter Daniel Magri -no site Yahoo – Webmotors

Um video para emocionar os fãs da Kombi :
veja mais em  vw.com.br/kombi

Veja também o video “Uma pessoa realmente feliz-viajando de Kombi”.

http://ummaisoumenos.blogspot.com.br/2013/12/uma-pessoa-realmente-feliz-viajando-de.html