A "expert" de 2 anos de idade -não erra! Ellie knows a lot about cars…

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Brinquedos para adultos na Alemanha

Na cidade alemã de Asschaffenburg um grupo de amigos construiu uma cidade inteira em miniatura. Com fábricas, ruas, avenidas ,mercado, posto de gasolina,etc. Os veículos são controlados por rádio e por uma pequena taxa as “crianças” podem controlar o movimento. Pais levam os filhos mas a diversão é dos adultos…

Método chinês – novas gerações – O que a China faz hoje!

Primeiro, a China decidiu tornar-se um gigante industrial, em seguida, uma superpotência econômica e militar.
Então, você não deve surpreender-se no próximo passo: melhorar ainda mais a evolução e a inteligência das novas gerações chinesas.
 Eles estão fazendo isso de duas maneiras: a primeira não é controversa.
A China está investindo maciçamente em educação.
 Keith Bradsher do The New York Times escreveu : A China está fazendo um investimento de 250 bilhões de dólares por ano em que os economistas chamam de capital humano. Assim como os Estados Unidos ajudaram a construir uma classe média de “colarinho branco” no final de 1940 e início dos anos 1950, usando o GI Bill para ajudar a educar milhões de veteranos da Segunda Guerra Mundial, o governo chinês está usando grandes subsídios para educar dezenas de milhões de jovens de acordo como eles se mudam de fazendas para as cidades.

 E isso parece estar funcionando (embora, como alguns apontam, a quantidade não é o mesmo que qualidade – e que, à semelhança dos Estados Unidos e Europa, a China já está enfrentando um excesso de licenciados que não conseguem encontrar emprego).
 Mais uma vez, a partir de artigo de Bradsher : Em números absolutos o impulso educacional da China, uma nação de mais de 1,3 bilhões de pessoas, é potencialmente de tirar o fôlego.
 Na última década, a China dobrou o número de faculdades e universidades, para 2409. Recentemente, em 1996, apenas um em cada seis chineses de 17 anos de idade se formou no colegial. Essa foi a mesma proporção nos Estados Unidos em 1919. Agora, três em cada cinco jovens chineses tem graduação no ensino médio, comparado aos Estados Unidos em meados dos anos 1950.
 A China está a caminho de alcançar dentro de sete anos os Estados Unidos na “taxa de conclusão do ensino médio atual de 18-anos de idade de 75 por cento – apesar de uma maior proporção de americanos do que chineses que depois voltam e terminam o ensino superior.
 Quadruplicando sua “produção de graduados universitários” na última década, a China já produz oito milhões de graduados por ano a partir de universidades e faculdades comunitárias. […] Até o final da década, a China espera ter cerca de 195 milhões de graduados em colégios da comunidade e com curso superior – em comparação com não mais do que 120 milhões nos Estados Unidos.

  O segundo método é mais controverso. De acordo com este artigo por Eror Aleks publicado em VICE, a China está trabalhando para tornar o seu povo mais inteligente por engenharia genética:

No BGI Shenzhen ( http://en.wikipedia.org/wiki/Beijing_Genomics_Institute ) , os cientistas coletaram amostras de DNA de 2.000 de pessoas mais inteligentes do mundo e estão fazendo o seqüenciamento seus genomas inteiros, na tentativa de identificar os alelos que determinam a inteligência humana. Aparentemente, eles não estão longe de encontrá-los, e quando conseguirem, a seleção de embriões permitirá aos pais escolher o seu mais brilhante zigoto e, potencialmente, ampliar a inteligência de cada geração de cinco a 15 pontos ( QI).

 Eror entrevistou o psicólogo evolucionista Geoffrey Miller que declarou que as pessoas inteligentes foram sendo recrutados, através de conferência científica e de boca em boca, para contribuir com seu material genético a ser seqüenciado de modo que os genes para a inteligência pudessem ser identificados ,( e mais tarde, usado para determinar o potencial de inteligência de embriões).

O que isso significa em linguagem humana?
 Qualquer casal pode potencialmente ter vários ovos fertilizados em laboratório com o esperma do pai e os ovos da mãe. Então você pode testar vários embriões e analisar qual vai ser o mais inteligente. Aquela criança que nascer desse casal como se a tivessem, naturalmente, seria a mais inteligente, se o casal fosse capaz de produzir 100 crianças. Não é a engenharia genética ou a adição de novos genes, são os genes que os casais já têm. 

 E ao longo de várias gerações isto é capaz de multiplicar exponencialmente a inteligência da população? Certo. Mesmo que isso só aumente a inteligência da criança numa média de cinco pontos de QI, a diferença é enorme em termos de produtividade econômica, competitividade do país, quantas conquistas alcançarão, como seus negócios serão executados e como inovadora a a economia será.

Nota:Com relação ao segundo método não concordo que isso seja “natural”. Acho que estão “mexendo” numa parte da natureza e criarão aquilo que Adolf Hitler tentou na Alemanha. O tempo vai dar as respostas, quando estes seres, inocentes enquanto crianças, porém adultos “superiores” exigirem o seu espaço na sociedade chinesa e depois no planeta…

 links: http://www.nytimes.com/interactive/2013/01/16/business/In-Education-China-Takes-the-Lead.html?ref=business&_r=0

Palmada é lei…confisco dos filhos pelo estado.

Texto copiado do blog:
http://opica-pau.blogspot.com/2010/08/o-confisco-dos-filhos-pelo-estado.html#comment-form

O confisco dos filhos pelo Estado

O neném, de um ano, gatinha pela sala desbravando novos mundos que lhe vão ampliando o conhecimento, aproveitando o descuido dos adultos engajados em animada conversa. Após alguns metros de percurso, dois buraquinhos numa tomada lhe atiçam a curiosidade.

O que será isso? É a pergunta que lhe vem ao espírito, imersa, é verdade, na nebulosidade mental própria à sua muito tenra idade. Que tal enfiar ali o dedo para apalpar e compreender do que se trata?

Zeloso, por uma segunda natureza, o olhar materno detecta a situação que ameaça o juveníssimo e intui a iminência de um acidente. Célere, ainda sentada, a mãe procura evitar o perigo.

“Nãããooo. Não coloque o dedinho aí que você leva um choque.”

Estacando e voltando seus olhos para a mãe, sem compreender direito, mas intuindo as palavras de advertência, olha de novo os buraquinhos da tomada e volta a olhar a fisionomia vigilante da mãe.

Desagradado pela interrupção da sua exploração, sobretudo movido pela curiosidade que o domina, o neném resolve continuar sua investida. Volta-se para os buraquinhos decidido a introduzir num deles o dedinho. Nova advertência, nova parada, nova recusa, nova tentativa.

A curiosidade invencível não o abandona, e ele não cede. “Vou colocar meu dedinho no buraquinho.” Resolve e avança.

Percebendo que suas advertências foram insuficientes, a mãe opta por empregar um recurso que poupe ao filho querido um desastre e lhe grave eficazmente o ensinamento na memória. Dá-lhe uma ponderada, mas não fictícia, palmada.

O neném chora (um choro nem sempre isento de tática psicológica), porém mais por perceber o desagrado da mãe do que pela dor do golpe.

Durante ulterior incursão, vê-se de frente aos dois buraquinhos. Vem a curiosidade, vem o desejo de introduzir o dedinho, mas vem também a lembrança da palmada. Ele desiste e se resigna a não introduzir o dedinho. Continua o seu caminho, ileso.

Por que ele conseguiu não colocar o dedinho na tomada?

A atitude da mãe indicando reprovação e zelo, somada à palmada (punição pela desobediência), deram-lhe uma força de auto domínio que ele não tinha. Além de incutir um senso de justiça verdadeiro, embora muito elementar.

Bendita palmada que, sendo equilibrada e justa, ajudou o pequeno a dominar-se e a vencer-se a si próprio.

Bendita a mãe que soube formar o seu filho ensinando-o a dominar-se e a dizer não a si mesmo, pois sem isso é impossível viver bem e ser bom. Esta mãe amou o seu filho.

Ninguém tem condições mais privilegiadas para fazer isso do que a mãe e o pai, no âmbito do lar. O governo jamais conseguirá proporcionar aos pequenos um ensinamento de tal qualidade, tão eficaz.

A lei contra as palmadas introduz dentro de casa um “olhar soturno do governo” que ficará perpetuamente entre os pais e a criança como um protetor dela contra eles. Criará a impressão de que, no fundo, os pais são maus e o Estado é bom. Salta aos olhos que o verdadeiro dono dos filhos será o Estado..

Pasmo ao imaginar que o Estado, favorável ao aborto, vira protetor dos filhos contra os pais!

Aliás, já existem leis preconizando a permanência dos filhos doze horas na escola logo a partir dos 3 ou 4 anos de idade. É a formação estatal, comunitária, igualitária, que torna a família desnecessária e a transforma em mera “chocadeira” para novos cidadãos.

Assim, o ditatorial PNDH 3 vai sendo executado sub-repticiamente visando jogar o Brasil no comunismo mais radical. Não nos iludamos, estamos na rampa para o abismo.

É preciso ser herói e não deixar-se arrastar.

obs: eu concordo e você?