Trabalho arriscado : faroleiro -Hard work in Lighthouses

O Kéréon é um farol localizado no Recife Men Tensel entre Ushant e Verbasco em Iroise (Grã-Bretanha). Seu sinal lumminoso foi aceso pela primeira vez em 1916 e trabalhou usando petróleo até 1972. Atualmente funciona com eletricidade, com dois geradores e uma turbina eólica. Até 2004, os guardas asseguravam o funcionamento adequado.

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Quase-morte no tornado e ainda dão risada !

Segunda-feira, 26 de maio de 2014 em Watford City, Dakota do Norte – Estados Unidos, um homem filmou um tornado F2, com ventos de até 220 Km / h, que chegaram perto dele. Ele estava em um parque de cabanas e não tinha onde ir para se proteger. Acabou entrando na caminhonete e ficou admirando o show com o seu colega. O homem admite ter muito medo por sua vida, e isto pode ser compreendido em vista das imagens particularmente impressionantes. O tornado provocou alguns ferimentos e danos à propriedade

Terror ao volante…o que acontece conosco?

Artigo do The Guardian.com –http://www.theguardian.com/science/head-quarters/2013/aug/19/driving-road-neuroscience-psychology?CMP=OTCNETTXT8115


1. Nós não conseguimos perceber quando estamos sendo agressivos – ou  não nos importamos 

Todos nós já tivemos a experiência de um veículo  aproximando-se em nosso retrovisor e  colando  no pára-choque . Muitos de nós também “furamos a fila  ou cortamos  o caminho” intimidando outras pessoas de maneira que não sonharíamos fazer em uma situação face-a-face, como  numa fila num banco por exemplo. Pesquisas mostram que os motoristas jovens que pontuam mais alto em pesquisas de personalidade no que diz respeito a busca de sensações e impulsividade são mais propensos a se comportar de forma agressiva ao volante. O que também é interessante é que esses motoristas mostram menor sensibilidade à punição. Isto significa que as medidas punitivas simples não são susceptíveis de impedir manobras arriscadas e  anti-sociais em estradas, avenidas e ruas.


2. Acreditamos estar mais seguros dentro de um veículo…
Uma vez que tenhamos aprendido a dirigir logo isso torna-se uma tarefa automática. Com o tempo aprendemos a prever as ações de outros motoristas, que podem nos levar à ilusão de que podemos controlá-los . Uma área em que as pessoas parecem particularmente propensas a erro está no julgamento de velocidade relativa: tendemos a superestimar quanto tempo podemos manter a velocidade mais alta e subestimar a distância de frenagem mínima . Os cálculos necessários para fazer estes julgamentos são altamente complexos e não vem naturalmente para nós.


3. Esquecemo-nos de que os outros motoristas também são gente …
Quando alguém entra ou corta-nos na rua caminhando ou no caso do carrinho de compras atravessar nosso caminho, a reação mais comum é uma das partes pedir desculpas e seguir em frente. Mas ao dirigir, os quase-acidentes são muitas vezes encaradas com raiva instantânea – e, em casos mais extremos, vem a ira . A pesquisa mostra que os motoristas mais facilmente desumanizam outros motoristas e pedestres porque não vão interagir pessoalmente. Esta perda de inibição é semelhante à maneira como alguns de nós comportamo-nos em ambientes on line .

4. … Ainda nos comportamos de forma mais agressiva para aqueles de “status inferior”
Um paradoxo interessante é que  estamos propensos a desumanizar os outros motoristas, de acordo com o status social. Décadas de pesquisa mostra que buzinando prolongadamente, agindo contra a lei de trânsito, e outros comportamentos agressivos são mais prováveis se o agressor acredita que ele é o mais importante motorista . O que é particularmente interessante é que estas decisões podem ser baseadas apenas nos veículos envolvidos, sem o conhecimento da pessoa atrás do volante: carros maiores, geralmente superarão carros menores e carros mais novos superarão os mais velhos.Motoristas de carros mais caros também são mais propensos a se comportar de forma mais agressiva com relação a carros mais comuns e antigos.























       5. Acreditamos que podemos ver tudo o que acontece ao nosso redor …
Nossos sentidos recebem muito mais informação do que podemos processar de uma só vez, o que faz com que os sistemas cerebrais de atenção, concentrem os recursos sobre os acontecimentos mais importantes. Na maioria das vezes deixamos de apreciar a enorme quantidade de informação que falta, e isso pode adicionar a uma falsa sensação de segurança na estrada . Se você não acreditar o quão falível sua atenção é, experimente estes testes simples concebidas pelo psicólogo Dan Simons , aqui e aqui . Os resultados irão chocar.

6. … Mas também achamos que os outros motoristas não podem nos ver
Este é para todos os catadores de nariz e cera dos ouvidos. Não é realmente uma questão de segurança ( ou é? ), mas você sabe quem você é e, infelizmente,os outros motoristas também.

7. Nós atribuímos quase-acidentes à falta de capacidade em outros motoristas
Em geral, não levamos  em conta, por razões conjunturais, como, ou  a razão pela qual os outros motoristas puderam entrar no nosso caminho ou porque agiram perigosamente. Os psicólogos chamam isso o erro fundamental de atribuição – que tendem a atribuir os erros dos outros à sua personalidade ou capacidade (” que  idiota !” , “oh barbeiro!”), enquanto sempre estamos a desculpar os nossos próprios erros como situacional (“aquele pedaço de estrada é perigosa “,” eu tive que dirigir tão rápido ou eu teria sido tarde “).

8. …, Enquanto que ao mesmo tempo  sobrestimamos o nosso próprio conhecimento
Se você acha que você é um motorista altamente qualificado, as chances são altas de que você não é. Cerca de 80 a 90 % dos motoristas acreditam que tem capacidade acima da média, e quanto mais qualificados acreditamos que estamos em alguma coisa, menos provável é ser verdadeiro. Esta tendência para sermos cegos para nossa própria incompetência é chamado de efeito Dunning-Kruger .Claro, a vantagem é que se você acreditar que você é um péssimo motorista, você provavelmente não está tão ruim quanto você pensa.

9. Nós dirigimos mais imprudentemente quando estamos indo sozinhos
Em geral, dirigimos com menos cuidado e de forma mais agressiva quando estamos sozinhos do que quando temos passageiros. Não está claro por que isso acontece, ou se estamos conscientes dessa mudança em nosso comportamento.

10. Nós acreditamos que usar celular e dirigir é seguro. 
No Reino Unido, é ilegal usar um telefone celular enquanto estiver dirigindo, enquanto que tecnologias alternativas de ” mãos-livres” são permitidos. Este é um grande exemplo da lei atrasada. As evidências mostram que o uso de um telefone “mãos-livres” é tão perigoso quanto um celular portátil. O que torna essas conversas telefônicas inseguras não é tanto o ato de segurar o telefone como se distrair com a conversa. A falta de linguagem corporal faz com que essas conversas especialmente as mais calorosas, obrigando-nos a destinar mais recursos cognitivos e  nos atrapalhem ao dirigir da estrada.

Dirigir é uma das tarefas mais complicadas que  nós realizamos em nossas vidas. O fato de que parece tão banal – e que há relativamente poucos acidentes – é um ponto positivo para estradas e ruas bem construídas, para a engenharia, a genialidade da sinalização de trânsito, e a sofisticação do cérebro humano. Ainda assim na próxima vez que você estiver ao volante e sentir-se irritado, frustrado ou ter uma comichão no nariz, pergunte-se se você não está se enquadrando numa das situações acima…

Como "não" dirigir um carro/moto! Learning how not drive a car/bike!

Esta geração de russos é capitalista e tem acesso aos carros e motocicletas mais potentes. Regras de trânsito ainda não são respeitadas ou compreendidas por todos. O uso de dashcams (câmeras) pela maioria dos motoristas para evitar processos e a divulgação destes videos permite a quem assiste compreender e aprender a evitar acidentes, às vezes, banais e hilários. Russians giving us a chance to see and learn how avoid accidents. This video is a way to understand that drive is not for all. The streets are dangerous and a car can be a lethal machine.

Pombos : perigo nas cidades.

Os pombos transmitem várias doenças ao homem, principalmente por vias respiratórias por intermédio da inalação das fezes secas. As principais doenças são a criptococose (micose profunda que pode gerar inflamação no cérebro e meninges), histoplasmose e ornitose (infecções pulmonares causadas por fungos), toxoplasmose (infecção celular que ataca vários órgãos, ocasionada por protozoários), salmonela (infecção intestinal ocasionada por bactérias em alimentos contaminados), psitacose (dor de cabeça, febre alta e calafrios ocasionados por vírus) e dermatites. Algumas dessas doenças, como a toxoplasmose, podem causar cegueira, aborto e até a morte. Os pombos podem causar outros problemas. Suas fezes são ácidas e corroem metais, descolorem pedras, apodrecem madeira e danificam superfícies pintadas. Suas penas entopem calhas e ralos.
A Lei 9605/98 (artigo 29 – parágrafo 30 ) considera os pombos como animais domesticados. Qualquer ação de controle que provoque a morte, danos físicos, maus tratos e apreensão, é passível de pena de reclusão inafiançável de até 5 anos.
Como os pombos não podem ser mortos, o controle é de apenas de repelência, isto é, deve-se afastar e não matar, que pode ser feita por métodos físicos (com a instalação de barreiras que impeçam o pouso da ave) ou químicos, como o uso de gels repelentes, que não matam, mas não são suportados pelos animais.

Um francês vai a Sibéria…A french man goes to Siberia.

Esporte e competição diferente e perigoso.Diferente da nossa realidade.Pneus com pregos,velocidade altíssima…perigo constante…Temperatura muitos graus abaixo de zero !

Um dia para refletir nos perigos: 01/05/2012 (video e fotos)

Vejam : sou a próxima vítima!

about Safe Work
Dizem que fotos valem por mil palavras: Os flagrantes ainda hoje vistos em ambientes de trabalho aqui e pelo mundo demonstram que pouco avançamos nesta área.
Cabe aos profissionais habilitados/capacitados orientar para evitar atitudes que tiram vidas e/ou incapacitam pessoas no trabalho.

Elevadores adequados para eliminar as mortes por queda.
Chega de ouvir falar em “arrebentou o cabo e alguns morreram”…
A tecnologia esta aí e as empresas precisam se adaptar.
Na foto o elevador por cremalheira já utilizado pelas melhores empresas.

No Dia do Trabalho gostaria de ver a notícia que as mortes nos canteiros de obras,nas frentes de trabalho,no chão de fábrica caíram drásticamente devido a conscientização dos trabalhadores para o perigo presente em cada momento no local onde executam suas tarefas.
Que todo o Técnico em Segurança do Trabalho,todo Engenheiro em Segurança do Trabalho,todo Auditor Fiscal do Trabalho e demais profissionais saibam orientar e contribuir na diminuição desta catástrofe que são os acidentes do trabalho.

falta de profissionalismo:lesões à vista!

Trabalho seguro também fora das áreas internas das empresas.
O entorno e vias externas à empresa afetam toda a população.

Não é possível evitar acidentes de trabalho quando
o trabalhador é sobrecarregado ou não tem
consciência que seu comportamento é
indevido!

Aqui falta a orientação do Técnico em Segurança do Trabalho…
basta um movimento em falso na chave de fenda e mais uma
morte horrível…

trabalho no lar,em residências,índice alto de
quedas,fraturas,choques elétricos e intoxicações…

                                         

                                       

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Alguns dizem que somos loucos…! (conserto de linhas vivas-de helicóptero)

Reparando linhas vivas de alta voltagem enquanto a corrente esta fluindo é coisa para poucos, ainda mais de helicóptero.Veja como o trabalho é feito! Repairing high voltage power lines while the juice is still flowing is a thing for crazy workers… give a look at it!

Aranhas-marrom ou aranhas-violino.Texto e fotos


                                            A foto acima é atual…após o tratamento…

As aranhas-marrom (Brasil) ou aranhas-violino (Portugal), Loxosceles spp. são aracnídeos venenosos, conhecidas por sua picada necrosante.
As aranhas-marrom têm um comprimento total de cerca de 6–12 mm
De teias irregulares, têm como característica a peregrinação noturna e a alta atividade no verão.
Durante o dia permanecem escondidas sob cascas de árvores e folhas secas de palmeira – na natureza – ou atrás de móveis, em sótãos porões e garagens – no ambiente doméstico.

São aranhas pouco agressivas, dificilmente atacam pessoas. As picadas ocorrem como forma de defesa, quando macho ou fêmea (ambos peçonhentos) são comprimidos contra o corpo, durante o sono, no momento do uso das vestimentas (calçando um sapato, por exemplo) ou no manuseio de objetos de trabalho (como enxadas e pás guardadas em locais escuros).
No ato da picada há pouca ou nenhuma dor e a marca é praticamente imperceptível. Depois de 12 a 14 horas ocorre um inchaço acompanhado de vermelhidão na região (edema e eritema, respectivamente), que pode ou não coçar. Também pode ocorrer escurecimento da urina e febre. Os dois quadros distintos conhecidos são o loxoscelismo cutâneo (o que normalmente ocorre, onde há a picada na pele) e o cutâneo-visceral (com lesão cutânea associada a uma hemólise intravascular).
Com o avanço (sem tratamento) da picada, o veneno (dependendo da quantidade inoculada) pode causar necrose do tecido atingido, falência renal e, em alguns casos, morte. Somente foram detectados casos de morte – cerca de 1,5% do total – 

Logo após a picada é indicado lavar o local com água e sabão abundantes e não fazer torniquetes, para evitar a gangrena do veneno e minimizar os efeitos da necrose. É interessante que a região da picada fique em repouso, dificultando a absorção do veneno. Não convém furar, cortar, queimar ou espremer. Também não é indicado fazer sucção no local da ferida nem aplicar extratos naturais. Não se recomenda a ingestão de bebidas alcoolicas. O procedimento padrão é levar a vítima ao serviço de saúde próximo o mais rápido possível, levando a aranha (morta ou viva) para identificação de espécie e confirmação da necessidade de soro.


alguns não levam a sério…

Vale lembrar que tais procedimentos servem para qualquer ataque de animal peçonhento.
O soro utilizado para combater a picada desta aranha é composto de Antihistamínico/anticolinesterásico/dapsona e 5 ampolas de soro antiaracnideo polivalente ou soro antiloxosceles EV, que deverá ser ministrado ao paciente até 36 horas depois do acidente com a aranha.
O predador natural da aranha-marrom (Loxosceles sp.) é a lagartixa (Hemidactylus mabouia), encontrada andando por paredes e tetos de casas. Porém, o réptil vem sendo dizimado com o avanço urbano e por ação humana.

Por conta disso, a aranha-marrom se reproduz livremente. 
A região sul do Brasil (Paraná principalmente) tem sofrido com o ataque destas aranhas, cerca de 3000 acidentes somente em 2004. Um relatório de um Instituto de Saúde de Minas Gerais, mostra que foram encontradas aranhas marrons do gênero Loxosceles em algumas casas da Grande Belo Horizonte, onde esta aranha estaria extinta desde 1917, e teoricamente somente existiria em cavernas.

Videos:

 English : http://www.nytimes.com/2013/09/17/science/dancing-with-black-widows.html?_r=1&