O Grafeno vem aí!!Chega de pilhas e baterias!!

Uma bateria pode conter uma grande quantidade de energia, mas leva muito tempo para carregar. Um capacitor pode ser carregado muito rapidamente, mas não detém uma quantidade comparável de energia.
Um “supercharger” – supercarga  grafeno é o melhor de ambos: leva apenas alguns segundos para carregar, mas armazena uma grande quantidade de energia. Imagine ser capaz de carregar o seu laptop descarregado ou bateria do telefone em 30 segundos, e seu carro elétrico em poucos minutos. Além disso, ao contrário das baterias, os supercapacitores grafeno não são tóxicos.
O Prêmio Nobel foi concedido para os inventores do Grafeno em 2010. Wikipedia define grafeno como uma substância “, composto de carbono puro, com os átomos dispostos em um padrão regular hexagonal semelhante ao grafite, mas em uma folha de um átomo de espessura. Ele é muito leve, com uma folha um metros quadrados, pesando apenas 0,77 miligramas . “

A battery can hold a lot of energy, but it takes a long time to charge it. A capacitor can be charged very quickly, but doesn’t hold a comparable amount of energy.
A graphene supercharger is the best of both: it takes just seconds to charge, yet stores a lot of energy. Imagine being able to charge your spent laptop or phone battery in 30 seconds, and your electric car in a few minutes. Also, unlike batteries, Graphene supercapacitors are non-toxic.
The Nobel Prize was awarded to the inventors of Graphene in 2010. Wikipedia defines Graphene as a “substance composed of pure carbon, with atoms arranged in a regular hexagonal pattern similar to graphite, but in a one-atom thick sheet. It is very light, with a 1-square-meter sheet weighing only 0.77 milligrams.”
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Pilhas e baterias no Brasil: tudo errado!

Pilhas e baterias são grandes agressores ao meio ambiente
e a destinação correta é definida pelo Conama.
A Resolução 257, de julho de 1999,complementada pela 263,
de novembro de 1999, disciplina o gerenciamento de pilhas
e baterias no território nacional.Porém…
“Quem de nós esta fazendo a sua parte?”

As pilhas e baterias que contenham chumbo, cádmio, mercúrio em sua
composição  devem, após o uso, serem entregues aos estabelecimentos
que as comercializam ou à rede de Assistência Técnica autorizada, que devem
 repassar aos fabricantes ou importadores para que sejam adotados os
procedimentos ambientalmente adequados.
Os brasileiros, ao contrário das latinhas de alumínio, não reciclam as
pilhas e baterias…96% delas não são entregues conforme acima e acabam
indo para o lixo comum,

O texto apresenta ainda, as definições dos diversos tipos de pilhas e baterias e
estipula limites de concentração de chumbo, cádmio e mercúrio, que deverão ser
atendidos pelos fabricantes ou importadores.

A resolução prevê que as pilhas e baterias que atenderem aos limites previstos
poderão ser dispostas juntamente com os resíduos
 domiciliares, em aterros sanitários licenciados(o art. 13º permite que se joguem as pilhas
e baterias que atenderem aos limites previstos no art. 6º junto ao lixo doméstico, em aterros
 sanitários licenciados.A resolução não considera que 60% dos municípios do país não têm
aterro sanitário).

Não existia, a obrigação do consumidor final em devolver os produtos após o uso,
o que poderia  acarretar dificuldade aos que estão obrigados a coletá-los para
posterior tratamento.

A legislação somente tratava de obrigações que devem ser impostas aos considerados
“poluidores” ,ou seja, os fabricantes ou importadores, excluindo-se
os consumidores.  (??????????)
A Resolução 257/99 deveria ter estabelecido a quantidade mínima de pilhas e baterias,  objeto
de destinação final adequada, para cada uma que fosse fabricada ou importada.

Desde novembro de 2010,regras mais estritas para o recolhimento e destinação adequada das
pilhas e baterias estão valendo. 
A principal norma sobre o tema, a Resolução nº 401, do Conselho Nacional do Meio Ambiente
(Conama), de 5 de novembro de 2008, estabeleceu que em dois anos fabricantes e importadores
se tornariam responsáveis por reciclar ou tratar produtos que não têm mais uso para
o consumidor.  O desafio não é pequeno.  Independentemente de ser uma bateria de carro ou uma pilha de controle remoto, consumidores, distribuidores, fabricantes e importadores
agora têm responsabilidade compartilhada sobre o produto após seu uso.