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Duas reservas que valem mais que todo o petróleo do mundo!

O Aquífero Alter do Chão é uma reserva de água subterrânea localizada sob os estados do Pará, Amapá e Amazônia.Abastece a totalidade de Santarém e quase a totalidade de Manaus através de poços profundos. Dados iniciais revelam que sua área é de 437,5 mil km2 com espessura de 545 metros.Pesquisadores da Universidade Federal do Pará desenvolvem estudos que podem revelar que o aquífero pode ser maior que o calculado inicialmente, passando inclusive a ser maior que o Aquifero Guarani. Com 86 mil quilômetros cúbicos, o aquifero poderia ser suficiente para abastecer em aproximadamente 100 vezes a população mundial.O Aquífero Guarani é a segunda maior reserva subterrânea de água doce do mundo.

O Alter do Chão ocupa uma pequena área em extensão mas um grande volume, reservando aproximadamente 85 mil Km³ de água contra apenas 55 mil Km³ do aquífero Guaraní.

A seguir entrevista com Andre Montenegro Duarte,graduado em Engenharia Civil Universidade Federal do Pará – UFPA. Na Universidad Politecnica de Valencia realizou o mestrado na área de Engenharia e, na UFPA, onde atualmente é professor, fez o doutorado em Geologia e Geoquímica, intitulado O Valor Econômico e Estratégico das Águas da Amazônia(entrevista realizada
pela IHU On-Line.André Montenegro Duarte – A água que está armazenada no Alter do Chão, com aproximadamente 84 quadrilhões de litros, duas vezes o volume do Aquífero Guarani, não será alterada por obras como uma barragem, hidrovia, pois está no subsolo. O que acontece em algumas obras com grandes áreas de desmatamento, é que provocam uma mudança no ciclo da água, que é o responsável pela recarga e manutenção do Aquífero ao longo desses milhões de anos. Em algum momento essa água será explorada, devido ao fato de ela tem um valor econômico muito grande, mas se não houver recarga, ficará insustentável. Então essas intervenções humanas causam problema não ao volume de água que está lá dentro, mas trazem a possibilidade de alterar o ciclo da água na região, prejudicando a manutenção do Aquífero.

Como já citei, Manaus, Santarém e outras pequenas localidades já são abastecidas com esta água; mas é um volume muito pequeno em relação ao potencial do Aquífero. Sabemos, porém, que a água potável é um bem que está se tornando cada vez mais raro e escasso, por isso está sendo agregado grande valor econômico ao Aquífero, que já desperta o interesse de empresas de grande porte de todo o mundo. Elas estão inclusive adquirindo áreas na região para fazerem a exploração no futuro. Potencialmente tem um mercado muito grande.

IHU On-Line – Mas há uma forma de preservar esse ciclo da água mesmo com a exploração?

André Montenegro Duarte – Nós estamos fazendo alguns estudos que são uma tentativa de gestão e utilização dessa água de forma estacional e inteligente dando valor para a ideia de “não uso”. Ou seja, uma parte seria utilizada e outra preservada. E a essa segunda parte também se agrega valor. Existem posturas teóricas que precisamos implementar para que consigamos implementar estas questões de forma mais pragmática.

IHU On-Line – O senhor pode nos explicar o que é o conceito de valor do “não uso”?

André Montenegro Duarte – Vou te dar um exemplo real: a floresta tem valor quando um madeireiro corta a madeira e a vende. Ela tem também um grande valor quando essa madeira permanece lá, ou seja, em pé. A floresta preservada pode ter um valor de “não uso” muito maior. Um desses valores está ligado ao sequestro de não uso do CO2, hoje já se consegue auferir receita ou valor econômico para a preservação daquele espaço através desse processo. Hoje, existem mercado de resgate de CO2 que possibilita o “não uso”.

A água também pode ter um valor de “não uso” agregado. O mais importante, nesse caso, é, principalmente, preservar o ciclo da água do que o reservatório em si. Para manter o Alter do Chão é preciso preservar o ciclo hidrológico e, para isso, é preciso ter um elemento compensatório.

Uma gigantesca reserva de água doce fica no subsolo da América do Sul: O aquífero Guarani.No Brasil ele se estende pr oito estados do Sul,Sudeste e Centro-Oeste.O Aquífero se espalha também pela Argentina,Uruguai e pelo Paraguai.
Nomeado em homenagem à tribo Guarani, possui um volume de aproximadamente 55 mil km³ e profundidade máxima por volta de 1 800 metros, com uma capacidade de recarregamento de aproximadamente 166 km³ ao ano por precipitação. É dito que esta vasta reserva subterrânea pode fornecer água potável ao mundo por duzentos anos. Devido a uma possível falta de água potável no planeta, que começaria em vinte anos, este recurso natural está rapidamente sendo politizado, tornando-se o controle do Aquífero Guarani cada vez mais controverso.

obs: alguns estudos dizem que na Austrália encontra-se o segundo maior aquífero.

Estende-se por 1,2 milhão de quilometros quadrados, o que equivale aos territórios da Inglaterra,França
e Espanha juntos.Tem 45 quatrilhões de litros de água…Tem água até 1800 metros de profundidade em
alguns pontos…
70% dele esta no Brasil,a Argentina tem 19% , o Paraguai tem 6% e o Uruguai tem 5%.
Ribeirão Preto em São Paulo é abastecida  100% por esta água…ÁGUA -Situação Mundial – HOJE
97,5% constitui-se de água salgada e apenas 2,5% em água doce
Do total do volume de água doce (34,6 milhões km³) do planeta, cerca de 30,2% (10,5 milhões de km³) pode ser utilizada para a vida vegetal e animal nas terras emersas, pois 69,8% encontram-se nas calotas polares, geleiras e solos gelados
Dos 10,5 milhões de km3 de água doce, cerca de 98,7% (10,34 milhões de km³), corresponde à parcela de água subterrânea, e apenas 92,2 mil km³ (0,9%) corresponde ao volume de água doce superficial (rios e lagos), diretamente disponível para as demandas humanas, que corresponde a 0, 008% do total de água no mundo.



A América do Sul e a Ásia concentram os maiores potenciais de recursos hídricos do mundo, com 12.379 e 11.727 km³/ano, respectivamente, seguidas pela América do Norte com 7.480 km³/ano e a Europa com 6.631 km³/ano (FAO, 2002a). Os menores potenciais encontram-se na África, Oceania e América Central (3.950, 1.711 e 781 km³/ano, respectivamente).

Remédios vencidos…no lixo comum? Não contamine a água!

text about the disposal of expired medications: where we can deliver the drugs in our city … in your where you can do the same?

Medicamentos vencidos devem ser entregues

nas três lojas da farmácia de manipulação Pharma & Cia.
ou em uma das 14 lojas Panvel credenciadas.

* A Prefeitura de Porto Alegre, por meio do Comitê Gestor de Educação Ambiental, tem a campanha Medicamento Vencido – Destino Ambientalmente Correto em parceira com a PHarma & Cia. São três lojas que encaminham os medicamentos recolhidos à Central de Resíduos Pró-Ambiente, licenciada pela Fepam:

1 – Rua Pinto Bandeira, 472, Centro

2 – Avenida Benjamin Constant, 1.879, Floresta

3 – Rua 24 de Outubro, 435, loja 27, Moinhos de Vento

* A partir de janeiro de 2010, a Panvel, maior rede de farmácias da região Sul, também começou a recolher medicamentos vencidos e providenciar seu descarte correto em parceria com a UFRGS. Inicialmente, o programa acontece em 14 filiais de Porto Alegre, mas gradativamente será expandido para toda rede.

Panvel – Shopping Iguatemi

Shopping Praia de Belas

Shopping Bela Vista – Av. Nilópolis, 543 – Lj. 5/6

Posto Ipiranga – Assis Brasil, 2827 – Lj 02

Rua dos Andradas, 1401 – Centro

Av. Venâncio Aires, 1102 – Santana

Rua Vinte e Quatro de Outubro, 742 – Independência

Rua Ramiro Barcelos, 1115 – Independência

Rua Gomes Jardim, 253 – Bloco B – Santana

Av. Cavalhada, 2955 – Cavalhada

Av. Wenceslau Escobar, 2857 Lj 04

Coronel Bordini, 12 – Auxiliadora

Av. Ipiranga, 6681 Prédio 12B – Térreo

Av. Diário de Notícias, 300 – Lj 1004

LEGISLAÇÃO:

De acordo com a Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), cabe aos geradores de resíduos de serviços de saúde a responsabilidade pelo gerenciamento destes, a partir da geração dos mesmos até a disposição final, de forma a atender aos requisitos ambientais, de saúde pública e de saúde ocupacional.

Ainda segundo a Resolução (art.21), os resíduos considerados de risco químico, como é o caso dos medicamentos, quando não forem submetidos a processos de reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ter tratamento e disposição final específicos, em locais previamente licenciados pelo órgão ambiental competente.

A toxoplasmose dos gatos e a Copa do Mundo-3 em cada 2 brasileiros infectados? Parasites ruled the World Cup?

A pesquisa de Patrick House,em 01/07/2010:

E se eu lhe disser que na semana passada previ todos os oito vencedores da rodada da Copa do Mundo? E que em vez de rankings ou adivinhação tudo que fiz foi olhar para quantas pessoas em cada país da equipe da casa teve um parasita minúsculo escondido em suas amígdalas? Você acreditaria em mim?

Uma década atrás, Discover Magazine concluiu que os parasitas dominava o mundo, e agora eu vou tentar dizer-lhe que, pelo menos,até as oitavas-de-final os parasitas dominaram a Copa do Mundo.Primeiramente, um breve comentário sobre o organismo em questão, um parasita unicelular chamado Toxoplasma gondii.

A toxoplasmose é um dos parasitas mais bem sucedidos no mundo e é encontrada em quase todo tipo de mamífero. Cabras, vacas, porcos, ovelhas, seres humanos.

Mas ele gasta seu tempo tentando entrar no estômago de um gato, o único lugar onde ele pode reproduzir com sucesso.

Assim, o organismo evoluiu de um ciclo de vida incomum relacionadas com os cérebros de ratos e camundongos. Roedores ao ingerir pequenos pedaços de fezes de gato,fazem com que a Toxo vá direto para suas cabeças. Uma vez lá, ele embaralha os neurônios e inverte a aversão natural dos animais à urina de gato.

Logo depois, o gato caça o rato que já não teme a urina …do seu predador… Em outras palavras, o rato serve de táxi para o parasita, encontrando um novo felino(estômago) para completar o ciclo de vida Toxo.

Na pecuária a fabricação de adubo é feita a partir de, você adivinhou, pedaços de fezes de gato. Quando as vacas e cabras pastam, ingerem Toxo, e esgueira-se em seus cérebros. Comer um desses animais mal- cozidos e você terá Toxo em seu cérebro, também. Graças à urbanização de gatos (e suas fezes), quase um terço da população humana tem agora uma doença crônica, latente, e aparentemente inócuo infecção de toxo.

Esta é, naturalmente, uma média das taxas que variam bastante de um país para outro, de 6 por cento na Coreia do Sul e 92 por cento em Gana.

Um artigo recente da revista The Economist defende a idéia de que a infecção por toxoplasmose pode sutilmente influenciar o comportamento humano e, cultural, em todo o mundo.

Estudos apontam que as taxas de infecção nacionais se correlacionam com os traços de personalidade, como neuroticismo geral, talvez porque Toxo está tendo algum efeito sobre a forma como nosso cérebro funciona. (De acordo com uma teoria, o parasita pode alterar os níveis de dopamina, um neurotransmissor associado com a recompensa e motivação.)

Mas esta pesquisa não considera uma das medidas mais imperiosas de caráter nacional: vitórias da Copa do Mundo. Poderia taxas de infecção de toxo prever o sucesso do futebol?

Se não considerar pré-eliminatórias (na qual as equipes podem jogar para um empate) e se concentrar em jogos com um vencedor claro, os resultados são bastante convincentes. Na fase eliminatória do torneio deste ano, oito dos oito vencedores até agora foram as equipes cujos países tiveram maiores taxas de infecção por toxoplasmose. Se voltarmos para a Copa de 2006, sete dos oito vencedores do mata-mata, pode ser previsto por maiores taxas de toxoplasmose.

A única exceção à regra foi a derrota para o Brasil de Gana, uma partida entre duas nações que apresentam taxas muito elevadas. (Além de ter o maior vencedor da equipe em Copas do Mundo, o Brasil tem um pouco menos casos de toxoplasmose: Dois em cada três brasileiros estão infectados).

Ele fica melhor(a regra):

Ranking da FIFA top 25 dos países por taxa de Toxo/ equipe :

o Brasil (67 por cento), Argentina (52 por cento), França (45 por cento), Espanha (44 por cento) e Alemanha (43 por cento) .

Coletivamente, estas são as equipes responsáveis por oito dos 10 últimos vencedores da Copa do Mundo em geral. Espanha, o único do grupo a nunca ter ganho uma taça.

Bem: até as oitavas de final esta teoria funcionou…agora com Holanda,Alemanha,

Uruguai e Espanha…tudo mudou.

O que preocupa são as taxas elevadas de toxoplasmose reveladas pela pesquisa…

serão verdadeiras?

Fontes: abaixo.

by Patrick House:

What if I told you that last week I predicted all eight winners of a round of the World Cup? And that instead of rankings or divination all I did was look up how many people in each team’s home country had a tiny parasite lurking in their amygdalas? Would you believe me? A decade ago, Discover Magazine concluded that parasites ruled the world, and now I’m going to try to tell you that, at the very least, parasites rule the World Cup.
First, a quick primer on the organism in question, a single-celled parasite called Toxoplasma gondii.

Toxo is one of the most successful parasites in the world and is found in almost every type of mammal. Goats, cows, pigs, sheep, humans.

But it spends its time trying to get into the stomach of a cat, the only place where it can successfully reproduce. Thus the organism has evolved an unusual lifecycle relating to the brains of rats and mice. Rodents ingest little bits of Toxo from cat feces and Toxo goes straight to their heads. Once there, it scrambles the neurons around and reverses the animals’ natural aversion to cat urine. Soon after, a recently relieved cat returns to the scene and takes its supper. In other words, the rat plays taxi to the parasite, finding it a new feline host and completing the Toxo lifecycle.
Livestock fields are full of fertilizer made from, you guessed it, bits of cat feces. When the cows and goats graze, they ingest Toxo, and it sneaks its way into their brains. Eat one of these livestock uncooked and you’ll get Toxo in your brain, too. Thanks to the urbanization of cats (and their feces), almost a third of the human population now has a chronic, latent, and seemingly innocuous Toxo infection. This is, of course, an average: Rates vary a great deal from one country to another, from 6 percent in South Korea to 92 percent in Ghana

A recent article in The Economist pushed the idea that Toxo infection can subtly influence human behavior and, writ large, worldwide culture. Studies find that national infection rates correlate with overall personality traits like neuroticism, perhaps because Toxo is having some effect on how our brains function. (According to one theory, the parasite can alter levels of dopamine, a neurotransmitter associated with reward and motivation.) But this research fails to consider one of the most compelling measures of national character: World Cup victories. Could rates of Toxo infection predict soccer success?

If we set aside the qualifying rounds (in which teams can play to a draw) and focus on matches with a clear winner, the results are very compelling. In the knockout round of this year’s tournament, eight out of eight winners so far have been the teams whose countries had higher rates of Toxo infection. If we go back to the 2006 World Cup, seven out of eight knockout-round winners could be predicted by higher Toxo rates. The one exception to the rule was Brazil’s defeat of Ghana, a match between two nations that each have very high rates. (Aside from having the winningest team in World Cup history, Brazil has quite a few cases of Toxo: Two out of three Brazilians are infected.)

It gets better. Rank the top 25 FIFA team countries by Toxo rate and you get, in order from the top: Brazil (67 percent), Argentina (52 percent), France (45 percent), Spain (44 percent), and Germany (43 percent). Collectively, these are the teams responsible for eight of the last 10 World Cup overall winners. Spain, the only one of the group never to have won a cup, is no subpar outlier—the Spaniards have the most World Cup victories of any perpetual runner-up.

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