Coisas sobre bicicletas e pedalar

Se durante uma prova ou treino você já foi ultrapassado por um grande ciclista, talvez tenha percebido como seus movimentos parecem fáceis e fluidos – a bicicleta não se move de um lado para o outro, o tronco e o quadril ficam completamente estáveis e o giro no pedal produz um som baixo e contínuo. Pedalar de modo eficaz é uma arte, que pode ser dominada com a ajuda de treinos específicos. O treinador brasiliense Marcelo Rocha dá o passo a passo de como conseguir uma pedalada eficiente.

Movimente os tornozelos

Uma vez que o posicionamento no selim esteja correto, a movimentação dos tornozelos se dará de maneira mais natural, sem causar sobrecargas na região. O ideal é que os pés fiquem paralelos ao chão na fase de maior pressão nos pedais (Fase 1) e levemente apontados para baixo (em torno de 20º) durante o restante da pedalada, mobilizando as panturrilhas e o músculo da parte de trás da coxa (posterior ou bíceps femural).

Nas bicicletas de triathlon e contrarrelógio, os ângulos (tanto dos tornozelos quanto de ataque) são mais avançados que nos modelos de estrada com geometria tradicional. Isso faz com que a força da pedalada se concentre mais no músculo frontal da coxa (anterior ou quadríceps), poupando os posteriores para a corrida.

 

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Fase 1: Pressão (Posição do pedal: 2h–5h)

Fase em que é produzida a maior parte da potência, uma vez que são usados quase todos os músculos das pernas em um movimento de extensão de quadril. Pise nos pedais com força constante, mantendo os pés paralelos ao chão. 

Fase 2: Transição para a puxada(Posição do pedal: 5h–8h)

Primeiro ponto morto da pedalada, quando o pedal atinge a posição vertical para baixo (6h). Nessa fase, siga o conselho do campeão de ciclismo Greg LeMond, dos EUA: esfregue o sapato no chão, como se quisesse tirar uma sujeira da sola.

Fase 3: Puxada (Posição do pedal: 8h–11h)

Estudos recentes comprovam que até mesmo ciclistas profissionais pouco produzem potência nessa fase, exceto durante subidas ou quando pedalam de pé. Pense apenas em retirar o peso da perna, puxando-a na direção do tronco, para que não atrapalhe o trabalho do lado oposto.

Fase 4: Chute (Posição do pedal: 11h–2h)

Segundo ponto morto da pedalada, no nível mais alto (12h). O objetivo é passar por essa fase rapidamente: leve o joelho para frente, na direção do guidão, evitando que o pé fique excessivamente apontado para baixo. Quanto menor a flexão de quadril, maior a facilidade de movimento.

Por Ana Lídia Borba

https://www.ativo.com/bike/treinamento/dicas-pedalada-eficiente/

BERMUDAS DE CICLISMO – POR QUE USAR?

do site:

http://www.freeforce.com.br/blog-detalhe.php?id=116&titulo=BERMUDASDECICLISMO-PORQUUSAR?

 

Os iniciantes no mundo dos pedais podem adquirir uma certa aversão às famosas bermudas para ciclismo por uma infinidade de preconceitos. Para quem não está acostumado a pedalar, as opiniões errôneas realmente acontecem. Porém deve-se levar em consideração que se fosse algo dispensável para a prática do esporte, por que praticamente todos ciclistas utilizam-nas?

Quando pedalamos, nosso corpo está em contato direto com a bike através das mãos, pés e glúteos. Essas partes são as responsáveis por absorver os impactos que os pneus e suspensão da bicicleta não absorvem. E é justamente aí onde a bermuda de ciclismo faz a maior diferença do mundo. O forro assume o papel de absorver boa parte do impacto que teria que ser absorvido pela sua musculatura e ossos, que causariam dores e assaduras e poderiam acabar por desencorajar futuros pedais. Outro ponto muito importante que pode interferir no conforto dos seus pedais é que essas bermudas, calças e bretelles de ciclismo não são feitos para serem usados com roupas de baixo (cuecas, calcinhas…).

Tanto os forros masculinos, quanto os femininos devem contar com características de adaptação à anatomia dos indivíduos, como no caso do masculino, onde existe a área de alívio do períneo (região muito crítica para a saúde masculina) e a maneira com que o forro feminino se molda à anatomia da mulher.

 

ONE

Além dos forros, os tecidos utilizados nas bermudas muitas vezes possuem funções que você nem sempre tem conhecimento, como no caso de bermudas feitas com tecido de alta compressão, que tem como função estimular a circulação do sangue nos músculos, evitando fadiga, câimbras e lesões musculares. Esses tecidos com base em fios de elastano são muito maleáveis, quando em comparação com outros tipos de tecido, como o tactel por exemplo, dando ao seu pedal toda a liberdade de movimentação necessária.

Ciclistas e bikes de entrega – o documentário -Line of Sight


Este é o trailer de “Line of Sight”, um documentário sobre corridas de moto-mensageiros (ciclistas)que usam helmetcams(câmeras nos capacetes) para capturar alguns exemplos muito assustadores de ciclistas no seu trabalho: Linha de visão é um video raro das corridas de bicicleta com os mensageiros (serviço ainda pouco usado no Brasil) que se tornou um fenômeno global. Por mais de uma década Lucas Brunelle foi juntando imagens com os mais rápidos, mais qualificados ciclistas urbanos ao redor do mundo com suas câmeras nos capacetes buscando trazê-lo junto para o passeio. Isto é andar de bicicleta como você nunca viu antes,segurança zero, perspectiva em primeira pessoa pelas ruas das cidades mais agitadas, em vias expressas da Cidade do México, sobre o congelado rio Charles, sob o Mar Mediterrâneo, do outro lado da Grande Muralha da China e na Guatemala. –

Trailer Oficial Here’s a trailer for “Line of Sight,” a documentary on underground bike-messenger racing that uses helmetcams to capture some pretty insane (and often terrifying) examples of cycling skill: Line Of Sight is a rare view into underground bicycle messenger racing which has become a global phenomenon. For over a decade Lucas Brunelle has been riding with the fastest, most skilled urban cyclists around the world while capturing all the action with his customized helmet cameras to bring you along for the ride. This is bike riding like you’ve never seen before, in gripping first-person perspective through the most hectic city streets, on expressways in Mexico City, over the frozen Charles River, under the Mediterranean Sea, across the Great Wall of China and deep into the jungles of Guatemala. como visto no site http://www.boingboing.net

Ciclovias interrompidas…em NY também ! NYC cyclist vs. bike lanes


From Boing boing.com

Problema não único e exclusivo do Brasil(onde existem ciclovias…).O problema é que em Nova York você recebe a multa se rodar fora da ciclovia…

A NYC cyclist who received a fine for straying out of the bike-lane recorded this video of his attempt to ride around town without leaving the bike-lane, instead crashing merrily into any obstacle that he encountered, from taxis to construction equipment.

Um dia sem carro (22/09/2009-terça – feira)/ world car free

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Car Free é um movimento internacional que advoga a revitalização das cidades, buscando garantir um futuro sustentável. O movimento Car Free e seus apoiadores entendem que a opção das cidades em favor do automóvel foi equivocada por trata-se de um meio de transporte altamente poluidor e destruidor do espaço urbano. Como alternativa, propõem a reconversão das cidades para favorecer meios sustentáveis de mobilidade, elegendo a bicicleta e os meios de transporte coletivos como expressão da sustentabilidade. Com cidades tendo um trânsito mais calmo, as pessoas tenderiam a caminhar mais, resgatando os espaços públicos e alcançando um novo conceito de qualidade de vida. O World Car Free Day acontece anualmente no dia 22 de Setembro e é uma estratégia de divulgação que vem sendo apoiada por um número crescente de cidades em todo o mundo. No Brasil o movimento “Na cidade sem meu carro” é apoiado por várias comunidades e coordenado pela organização não governamental Rua Viva.
link em inglês:
http://www.worldcarfree.net/

Ciclovias-delimitando nosso espaço! (also in english)

Minha cidade não tem uma rede de ciclovias.Talvez algum dia, se evoluirmos e deixarmos o excesso de conforto na garagem. Bicicletas são muito utilizadas nos países que chamamos de

1º mundo…Aqui no Brasil, pedalar em dia diferente do Domingo é quase um suicídio.

Em algumas cidades há um protesto feito através de um equipamento que é acoplado na roda traseira e que vai colorindo o local por onde normalmente passam os ciclistas.

O nome do equipamento Contrail.

A idéia é lembrar aos usuários das vias principais que por ali passam bicicletas e que esquecemos do espaço destinado a este veículo que não polui e que traz tantos benefícios a todos,desde que haja um espaço para ele transitar.

A idéia visa lembrar(protesto) que não há uma política para este tipo de transporte e desta maneira fazer lembrar que por ali passam ciclistas.

texto a seguir não foi traduzido

Contrail is a tool for developing bicycle communities. As you ride, contrail leaves a faint chalk line behind your bike. The goal is to encourage a new cycle of biking participation by allowing the biking community to leave a unique mark on the road and to reclaim this crucial shared space.
The old cycle: More cars on the road –> more percieved danger for bikers –> fewer bikers on road –> even more cars on the road.
The new cycle: A few bicyclists ride with contrail a couple times per week –> faint lines on the road inspire curiosity and remind bikers where it’s safe to ride –> new bikers are encouraged to ride and use contrail –> contrail lines get brighter as community grows.
By using this device, bicyclists will have a clearer path on which to ride safely and out of the way of vehicular traffic. At the same time, as more bicyclists using the Contrail go over a line created by a cyclist before them, the line gets brighter allowing drivers to clearly see a marked bike path where there might be none. It’s sort of similar to what happens when a dirt path appears in a grassy field after lots of people have taken the same shortcut over a period of time.